Olá! Meu nome é Carolina Piovesan mas podem me chamar de Carol. Sou estudante de Biomedicina, amante de literatura e dona de uma loja online no Twitter (@ineedushop) de produtos fanmade kpop.

31/03/2014



Num mundo ricamente detalhado, onde impera a violência das paixões, Tigana é uma terra que clama por vingança e justiça.Numa tentativa de recuperar Tigana,  a sua terra natal amaldiçoada, o príncipe Alessan e os seus companheiros colocam em prática um plano perigoso para unir a Península de Palma contra os reis despóticos Brandin de Ygrath e Alberico de Barbadior.Brandin é um rei maquiavélico e arrogante, mas encontrou em Dianora alguém à sua altura e está cativo da sua beleza e charme. Alberico está cada vez mais consumido pela ambição, cego a todas as ciladas em seu redor.Entretanto, o nosso grupo de heróis viaja pela Península, em busca de alianças e trunfos decisivos que podem virar a batalha a seu favor. Alessan está mais moralmente dividido que nunca, Devin já não é o rapaz ingénuo que era, Catriana apenas deseja redenção e Baerd descobre uma nova tipo de magia.Conseguirá Tigana vingar a memória dos seus mortos? Ninguém pode prever as perdas que sofrerão nem que fim terá esse combate. Sacrifícios serão feitos, segredos antigos serão revelados e, para que alguns vençam, outros terão obrigatoriamente cair.

26/03/2014

Olá, leitores!

Hoje trago uma entrevista com a autora de "As Bruxas de Oxford" Larissa Siriani.



Baú: Começamos pelo básico, fale sobre você:
Tenho 21 (quase 22) anos, e nasci e cresci em São Paulo, capital.

Baú: E o amor pela leitura, começou quando? Com qual livro?
Não foi com um livro, exatamente. Eu comecei lendo gibis – era apaixonada pela Turma da Mônica. A progressão daí pros livros foi natural.

Baú: E seus pais, a apoiaram quando você resolveu ser escritora?
Eu sempre gostei de escrever, e é um sonho que eu cultivo desde muito nova. Meus pais tiveram a reação que eu julgo mais natural: incentivam, mas procuram sempre manter meus pés no chão. Eles tentam constantemente me lembrar que preciso pensar no futuro, e não apenas no agora. É a melhor forma de apoio possível.

Baú: De onde surgiu a inspiração para o livro “As Bruxas de Oxford”?
Desde que eu li Harry Potter, com uns 11, 12 anos de idade, tinha vontade de escrever sobre bruxas, mas a ideia nunca vinha. Um dia, pensei numa garota que escutava vozes de sua antepassada bruxa na sua cabeça, e resolvi ir a fundo nessa ideia. Foi daí que cresceu a fagulha que se tornou o Bruxas.

Baú: Em seus livros, algum personagem tem um "que" de autobiográfico?
A maioria tem muito da minha personalidade, mas a Dora, de Toda Garota Quer, é sem dúvida a mais parecida comigo. Eu escrevi esse livro quando estava transitando entre o colegial e a faculdade, e queria falar sobre a injustiça que é ter que decidir sua vida toda aos 17 anos. Acabei depositando todas as minhas esperanças e frustrações numa personagem, e ela se tornou parecida – até demais – comigo.

Baú: Gosta de clássicos? Qual?
Não sou muito fã, mas tenho minhas quedinhas. Dos nacionais, Senhora é meu preferido – adoro a protagonista, e as voltas que a história dela dá. Sou também apaixonada pelas obras de Jane Austen. Como não amar Orgulho e Preconceito?

Baú: É verdade que estudou cinema? Conta pra gente!
Sim, me formei agora, no final de 2013! Foi uma decisão tomada meio da noite pro dia, e apesar de eu não me ver trabalhando de fato no mercado cinematográfico, eu gostei bastante de ter optado por esse campo. Aprendi muita coisa que acabou também colaborando pra mim como escritora. É uma área muito ampla, e apesar de poder ser bastante estressante, é muito divertido fazer cinema.

Baú: Quais são seus autores e seus respectivos livros favoritos?
Tenho vários. No topo da lista, Markus Zusak, e meus dois livros preferidos dele, que são A Menina que Roubava Livros e Eu sou o Mensageiro. Também amo todos os livros da Meg Cabot – em especial a série A Mediadora – e sou super fã da brasileira Paula Pimenta. É difícil eleger um único autor ou um único livro pra mim. Muitos são importantes!

Baú: E as críticas, como você lida com elas?
Tento sempre analisar tudo que me dizem, pesar se é algo a ser considerado ou algo que posso ignorar. Existem críticas que são muito mais baseadas numa preferência pessoal do que num defeito de texto, e essas são as que eu, em geral, considero, mas não me apego. Quando são críticas que apontam algo que eu posso fazer melhor, tento sempre levar isso comigo pra projetos futuros – como posso melhorar, onde exatamente está o erro, existe alguma forma de não repeti-lo? Tudo é construtivo se a gente souber levar.

Baú: Para finalizar o que você tem a dizer sobre a falta de interesse dos jovens pela literatura brasileira?
Acho que está mudando! Ainda tem muita gente que subestima, assim como subestima qualquer produto cultural produzido no Brasil, mas todos os dias eu vejo mais gente ignorando a bandeira e abraçando as histórias, de onde quer que elas venham. Isso vem tanto de uma mudança de pensamento como da maior atenção que alguns autores nacionais vem recebendo. Os leitores percebem, e gostam disso.

Baú: Larissa pode nos dizer as formas para entrar em contado com você?

Eu estou disponível na internet de várias formas, seja em contato direto pelo meu e-mail (larissa@larissasiriani.com.br), ou através do meu twitter (@LarissaSiriani), tenho também um blog (http://larissasiriani.blogspot.com) e um canal no Youtube (http://youtube.com/larissasiriani), e na dúvida, tem sempre o Facebook (https://www.facebook.com/pages/Larissa-Siriani/433065906741540)! Beijocas!


22/03/2014


Olá pessoal!!!


  Chegou o novo banner de divulgação do livro "Respira, Inspira e Não Pira" da autora Lica Fiori! 





 Para comprar o Ebook clique neste link e ele redirecionará para o site da Amazon.
Caso queira comprar o livro físico entre em contato com o seguinte e-mail:

lica.fiori@hotmail.com

 Confira a entrevista que a autora Lica Fiori (Liana Cupini) cedeu ao Baú =]

12/03/2014

Olá Leitores!

 Gênero: Ficção Americana, Romance, New Adult
Título (Original): Never too Far
Autor: Abbi Glines
Editora: Arqueiro          
Páginas: 208
Edição/Ano: 1° Edição, 2014
 A vida de Blaire Wynn não foi nada fácil. Sua irmã gêmea morreu muito cedo, seu ex-namorado e melhor amigo a traiu e ela precisou cuidar da mãe doente até o último dia de sua vida. Depois de tanto sofrimento, o que ainda seria capaz de machucá-la? O terrível segredo de Rush Finlay. Depois de se apaixonar perdidamente por ele, Blaire descobriu algo cruel que destruiu para sempre o mundo que conhecia. Agora ela está mais sozinha do que nunca e precisa recomeçar a vida longe de todos que a feriram. O único problema é que não consegue deixar de amá-lo. Rush Finlay também não sabe o que fazer. Apesar das tentativas dos amigos e da família para animá-lo, o rapaz segue desolado. Ele já não quer saber da vida que levava, regada a festas, bebidas e mulheres. É atormentado pelas lembranças de um sentimento que jamais imaginara que fosse conhecer e que não pôde ser vivido plenamente. Nem Rush nem Blaire imaginavam que seus universos pudessem se transformar de forma tão radical. Porém, a maior reviravolta das suas vidas ainda está por vir. E ela será tão intensa que obrigará Blaire a engolir o orgulho, voltar a Rosemary, na Flórida, e enfrentar seus inimigos. Rush por sua vez, terá que lutar para consertar seus erros e se provar digno da confiança e do amor dela. Segundo volume da trilogia Sem Limites, que já vendeu mais de 5 milhões de exemplares no mundo, Tentação sem limites é tão viciante e tentador quanto uma paixão proibida.  -Skoob

11/03/2014

Olá, leitores!

Hoje trago uma entrevista com a autora Liana Cupini, confira!!





Baú: Começamos pelo básico, Qual sua idade, e onde você nasceu, o que gostava de fazer quando era mais nova, programas favoritos?
Tenho 30 anos, sou de SP – Capital e eu adorava brincar com os meus amigos quando era criança. Tive aquela infancia com casa na árvore (que em SP é dentro de um guarda-roupas), esconde- esconde, muito mais!

Baú: E o amor pela leitura, começou quando? Com qual livro?
Não lembro qual foi meu primeiro livro por que leio desde muito pequena. Mas sempre amei Ruth Rocha e adora ir as Bienais de SP para ve-la.

Baú: E seus pais, o apoiaram quando você resolver ser escritora?
Sempre. Minha mãe foi minha primeira beta reader e quem me ajudou a transformar o sonho em realidade! A publicar o Estigmas da Luz.

Baú: De onde surgiu a inspiração para o livro “Estigmas da Luz”?
Era um desabafo. Estava cansada de me ver rodeada por uma panelinha que se achava especial por ter mais experiencia do que eu, e crie os personagens.

Baú: Em seus livros, algum personagem tem um que de autobiográfico?
Acredito que todos tem um pouco de mim... seja na rebeldia da Aurora (EL) ou nas trapalhadas de Karla Kristina (ATMT), eu sempre estou lá!

Baú: Gosta de clássicos? Qual?
Acho que “O Pequeno Principe” é um livro que sempre pode ser relido e sempre nos acrecentará alguma coisa. É lindo!

Baú: Pode falar um pouquinho sobre o livro “Nem Morta”?
Nem Morta é uma historia baseada em uma extinta série de TV, Dead Like Me. É um chick lit sobrenatural... rs...

Baú: Quais são seus autores e seus respectivo livros favoritos?
Sempre me enrolo para falar sobre isso porque sao tantos livros, tantos autores, que é dificil escolher... eu amo bons livros. Ponto!

Baú: E as críticas, como você lida com elas?
Acho importante, uma vez que estou no começo da carreira, absorver todas as criticas positivas que puder! Leio, reflito e tento mudar!

Baú: Para finalizar, Liana, o que tem a dizer sobre a literatura brasileira?
Nossa literatura é tão rica quanto a estrangeira e cada vez mais cai no gosto dos leitores. Se voce ainda não se apaixonou por um livro nacional, experimente!

Liana pode nos dizer as formas para entrar em contado com você?
Via Face
https://www.facebook.com/LicaFiori
Via Twitter:
@LicaFiori
@LianaCupini
Ou pelos sites:
Licafiori.blogspot.com
Lianacupini.com
Alem da assessoria:
Lica.fiori@hotmail.com

09/03/2014


Gênero: Ficção Norte Americana
Título (Original): Honey, baby, sweetheart
Autor: Deb Caletti
Editora: Novo Conceito          
Páginas: 237
Edição/Ano: 1° Edição, 2013
É verão no nordeste da cidade de Nine Mile Falls e Ruby McQueen, de 16 anos, comumente conhecida como A Garota Calada, está saindo com o maravilhoso, rico e louco por emoções Travis Becker. No entanto, Ruby está num beco sem saída e percebe que se arrisca cada vez mais quando está com Travis. Em um esforço para manter Ruby ocupada, sua mãe, Ann, a arrasta para o clube de leitura semanal que ela comanda. Quando descobrem que uma das criadoras do clube é a protagonista de uma trágica história de amor que estão lendo, Ann e Ruby planejam um encontro dos amantes de longa data. Contudo, para Ruby essa missão acaba sendo muito mais do que apenas uma viagem... - Skoob


04/03/2014

Olá, leitores!

Hoje trago uma entrevista com o autor Maurício Gomyde, confira (:


Baú: Começamos pelo básico, Qual sua idade, e onde você nasceu/mora?
Antes de tudo, gostaria de agradecer imensamente pela oportunidade da entrevista, Carolina. O espaço que você e outros ótimos blogueiros de literatura têm dado à nova literatura nacional é precioso. Espero que seus leitores curtam a entrevista. Tenho 42, nasci em São Paulo e moro em Brasília.

Baú: Como e quando você tomou gosto pela leitura e pela escrita?
O gosto pela leitura veio naturalmente. Não me lembro precisamente de um momento em que houve o “clique”. Acho que o fato de ter tido contato desde cedo com livros foi fundamental para minha formação como leitor. Já em relação à escrita, desde que me tenho por gente gosto de escrever. O momento em que você resolve deixar de ser pedra e aceita virar vidraça é sempre delicado. Em 2002 escrevi meu primeiro romance, chamado “O Mundo de Vidro”. Veio meio que por acaso e, quando me dei conta, o estava lançando.

Baú: E seus pais, o apoiaram quando você resolver ser escritor?
Não tive nenhum tipo de restrição e nem de apoio. A decisão foi unilateral... rs. Quando viram, lá estava o livro. Mas eles adoram meus livros, divulgam, compram para dar de presente, etc.

Baú: O Livro “O Mundo de Vidro” foi o primeiro a ser escrito e lançado, ou teve alguma outra publicação anterior?
Não. Nunca fui dado a escrever outros tipos de literatura (poemas, crônicas, contos, novelas, etc.). O “O Mundo de Vidro” já nasceu como ideia de romance e, de lá para cá, só romances.

Baú: Em seus livros, algum personagem tem um que de autobiográfico?
 Sim, sempre. Eu não conseguiria mesmo escrever sobre coisas que eu não conhecesse ou vivesse. Vivi e vivo muita coisa boa na caminhada até aqui. Seria um desperdício não colocar minhas convicções e sonhos ali. Claro que não coloco tudo, não poderia... rs.

Baú: Maurício qual é o seu clássico favorito, e porquê?
O clássico que mais gosto é “Dom Quixote”. “O Apanhador no Campo de Centeio” também foi um “clássico” que marcou demais meu jeito de enxergar a literatura. Leio de tudo o que cair nas mãos, à exceção de livros de autoajuda.

Baú: Quais foram suas inspirações para seus livros?
Eu sempre fui fã de cinema, cheguei a estudar 4 períodos na UnB. Gosto de tentar oferecer ao leitor a sensação de assistir a um filme. Gosto das tramas tipo “cena-sequela”. Uma cena encadeada na outra. Da mesma forma, acho que a música me inspira demais. Sou músico desde sempre (venho de uma família de músicos), então as canções sempre estão presentes nas histórias. E, claro, as pessoas que conheço e conheci ao longo da vida sempre dão bons personagens e situações. Por fim, acho que uma boa dose de “viagem nas ideias” sempre ajuda. Rs

Baú: Você pode contar um pouquinho como foi a produção independente de seus livros incluindo “Dias Melhores Para Sempre”, seu último lançamento?
 Então, eu sempre batalhei no mercado independente. Gosto da liberdade de criar, lançar, escolher a capa, o booktrailer, decidir de onde venho e para onde vou. A produção independente, hoje, é bem menos complicada. Há muita informação por aí, especialmente na internet. Modelos, endereços, técnicas, formas de divulgação. Tudo à mão, esperando o trabalho do autor. Em relação ao meu trabalho, especificamente, eu fiz muitas parceria com blogs especializados em literatura. Meus parceiros foram sempre grandes divulgadores da minha obra, e isso não tem preço! Fiz muitas promoções, entrei forte nas redes sociais. Acho que é um pouco por aí. Não tem segredo, apenas trabalho duro.

Baú: E as críticas, como você lida com elas?
Normalmente, sem problemas. Acho que eu sou o “maior abandonador de livros do mundo”, então não posso reclamar por abandonarem os meus. Acho normais as críticas. Cada leitor tem suas experiências, sua vida pregressa, suas convicções. Então, é natural que, eventualmente, ele não curta. Quando recebo uma crítica negativa, em geral não penso em estrangular a pessoa... rsrsrs... Eu faço uma reflexão sobre os pontos levantados e tento aplicar nos próximos livros. Algumas críticas negativas me ajudaram a refinar minha escrita.

Baú: Para finalizar, Maurício, o que tem a dizer aos novos escritores?
Escreva, escreva, escreva muito. Ninguém vai ler o livro que você não escreveu. Quanto mais trabalhar duro em cima do seu texto, melhor será o resultado final. Em seguida, divulgue até cansar (de forma independente ou na montagem de um bom material para uma boa editora). O mercado está aberto para novos talentos da literatura nacional. Então... Mãos à obra.

Maurício pode nos dizer as formas para entrar em contado com você?
Tenho todos os canais da internet, mas citarei aqui os principais:

         WWW.mauriciogomyde.com

02/03/2014

Olá leitores!


Gênero: Investigativo, Ficção Britânica
Título (Original): A Study in Scarlet
AutorArthur Conan Doyle
Editora: Ática         
Páginas: 253
Edição/Ano: 2° Edição, 1996




O cadáver de um homem, nenhuma razão para o crime. É a primeira investigação de Sherlock Holmes que fareja o assassino como um “cão de caça”. Lamentava-se de que “não há mais crimes nem criminosos nos nossos dias”, quando, nesse instante, recebe uma carta a pedir a sua ajuda — o cadáver de um homem foi encontrado numa casa desabitada, mas não há qualquer indício de roubo ou da natureza da morte. Sherlock Holmes não resiste ao apelo, mas sabe que o mérito irá sempre para a Polícia. -Skoob



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