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Achados da Companhia das Letras

Boa tarde!


Hoje eu estava procurando novos livros com temas diferentes dos quais eu venho lendo nos últimos anos. Se vocês me seguem no instagram - rede em que mais estou ativa - (@srta_piovesan) perceberam que minhas leituras recentes estão sendo bem diferentes do que eu estava acostumada. Li Hamlet, O Cliente (policial, quem diria "ãh?"), estou terminando Cândido ou o Otimismo (Voltaire) e lendo alguns vários outros livros. 

Eu considero está mudança de estilo, gênero literário muito saudável, uma vez que está me dando a oportunidade de conhecer obras que eu jamais havia pensado em ler (seja por pré-conceito ou preguiça), resumindo estou adorando esta nova eu. No meio desta busca encontrei alguns livros de algumas editoras que eu achei super legais e queria compartilhar estes achados com vocês também. A primeira editora que vim compartilhar é a Companhia das Letras. Da editora eu li Hamlet e estou lendo Cândido ou o Otimismo (aqueles de parceria com a Penguin), O Menino do Pijama Listrado (do selo seguinte) e As Virgens Suicidas (um dos livros favoritos da vida). Achei incríveis os textos de apoio que acompanham as edições em parceria com a Penguin, sendo eles a própria introdução ou um ensaio de outro autor renomado.

Mas chega de enrolação e vamos conferir alguns dos livros que achei bacana do catálogo deles:

Essencial Franz Kafka
Aprisionado à sufocante existência burguesa a que as convenções familiares e sociais o obrigavam, Franz Kafka (1883-1924) chegou certa vez a afirmar que “tudo o que não é literatura me aborrece”. Muitas narrativas que compõem o cerne da obra kafkiana se originaram da forte sensação de deslocamento e desajuste que acompanhou o escritor durante toda a sua curta vida. Apesar de seu estado fragmentário, o espólio literário de Kafka - publicado na maior parte em edições póstumas, graças à generosa traição de Max Brod, que se recusou a destruí-lo conforme a vontade do amigo - é considerado um dos monumentos artísticos mais importantes do século XX.Esta edição de Essencial Kafka reúne em um único volume diferentes momentos da produção do autor de O processo. As traduções consagradas de Modesto Carone, realizadas a partir dos originais em alemão, permitem que clássicos como A metamorfose, Na colônia penal e Um artista da fome sejam lidos (ou relidos) com fidelidade ao estilo labiríntico da prosa kafkiana.Além disso, esta edição traz 109 aforismos e uma introdução assinada por Modesto Carone, também responsável pelos comentários que antecedem os textos. (#)

O Grande Gatsby – F. Scott Fitzgerald
Nos tempos de Jay Gatsby, o jazz é a música do momento, a riqueza parece estar em toda parte, o gim é a bebida nacional (apesar da lei seca) e o sexo se torna uma obsessão americana. O protagonista deste romance é um generoso e misterioso anfitrião que abre a sua luxuosa mansão às festas mais extravagantes. O livro é narrado pelo aristocrata falido Nick Carraway, que vai para Nova York trabalhar como corretor de títulos. Passa a conviver com a prima, Daisy, por quem Gatsby é apaixonado, o marido dela, Tom Buchanan, e a golfista Jordan Baker, todos integrantes da aristocracia tradicional. Na raiz do drama, como nos outros livros de Fitzgerald, está o dinheiro. Mas o romantismo obsessivo de Gatsby com relação a Daisy se contrapõe ao materialismo do sonho americano, traduzido exclusivamente em riqueza. Aclamado pelos críticos desde a publicação, em 1925, O grande Gatsby é a obra-prima de Scott Fitzgerald, ícone da “geração perdida” e dos expatriados que foram para a Europa nos anos 1920. (#)

Madame Bovary – Gustave Flaubert
Reconhecido por autores como Henry James como “o romance perfeito”, Madame Bovary é a obra fundamental de Gustave Flaubert (1821-80). Trata-se de uma raridade, mesmo em um clássico, um exercício meticuloso de escrita que igualmente desafiava as estruturas literárias e as convenções sociais. Não à toa, a época de lançamento o impacto foi duplo: um sucesso de público e a reação feroz do governo francês, que levou o autor a julgamento sob a acusação de imoralidade. Flaubert inventou um estilo totalmente novo e moderno, praticando uma escrita que, ao longo dos cinco anos que levou para terminar o livro, literalmente avançou palavra a palavra. Cada frase devia refletir o esforço em obtê-la, sendo reescrita e reescrita ad infinitum. Mestre do realismo, o autor documenta a paisagem e o cotidiano da segunda metade do século XIX, ironizando os romances sentimentais e folhetins, gêneros que considerava obsoletos. A história faz um ataque à burguesia, desmoralizando-a com a descrição exuberante de sua banalidade. Em um tempo em que as mulheres eram submissas, Emma Bovary encontra nos tolos romances dos livros o antídoto para o tédio conjugal e inaugura uma galeria de famosas esposas adúlteras atormentadas na literatura. (#)

Os Mortos – James Joyce
Para um explorador da alma humana como James Joyce, o amor jamais poderia deixar de ser um tema de interesse. E, como não poderia deixar de ser no caso de um autor capaz de esmiuçar como ninguém a vida interior de seus personagens, suas visões sobre a experiência amorosa se descortinam por meio de reflexões reveladoras, suas tão comentadas epifanias. Como a de Gabriel Conroy - de “Os mortos”, conto que encerra a coletânea Dublinenses -, que numa festa descobre fatos novos sobre a vida afetiva pregressa da esposa e a partir de então começa a repensar sua relação conjugal e até mesmo seu próprio conceito de amor. Ou a epifania do protagonista de “Arábias”, outro conto do mesmo volume, um garoto que, incapaz de encontrar num bazar um presente para a menina por quem é apaixonado, descobre a falsidade por trás da ideia da idealização do amor romântico. Ou ainda a do célebre “sim” de Molly Bloom ao final de seu monólogo no último capítulo de Ulysses - um dos solilóquios mais lidos e admirados de todos os tempos -, aceitando Leopold Bloom em sua cama assim como a mítica Penélope acolheu de volta o herói da Guerra de Troia. Os mortos compreende três grandes momentos do amor na literatura, na prosa de um dos maiores escritores do século XX.(#)

As Bruxas de Eastwick - John Updike
Best-seller de John Updike e adaptado para o cinema em 1987, com Cher, Susan Sarandon, Michelle Pfeiffer e Jack Nicholson no elenco, As bruxas de East-wick ganha nova tradução e edição econômica. Publicada em 1984, a obra é uma sátira à bruxaria, que, transplantada do cenário sombrio da Nova Inglaterra do século XVII, ressurge numa ensolarada cidade contemporânea e serve de ponto de partida para tratar de temas como o desespero pela chegada da meia-idade, a atmosfera asfixiante das cidadezinhas provincianas e os costumes da classe média americana. (#)

 

*Todas as imagens foram retiradas do próprio site da editora.


E aí pessoal, alguém já leu algum destes livros? Me contem ;)
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