Olá! Meu nome é Carolina Piovesan mas podem me chamar de Carol. Sou estudante de Biomedicina, amante de literatura e dona de uma loja online no Twitter (@ineedushop) de produtos fanmade kpop.

26/03/2013

Ola Pessoal!

Fonte: Só na Social


   Os brasileiros não estão bem de leitura. Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, divulgada no ano passado, 75% da população nunca frequentou uma biblioteca; o número de leitores caiu de 95,6 milhões para 88,2 milhões entre 2007 e 2011; e apenas 28% dos brasileiros afirmam que ler é uma forma de lazer. Assustados e preocupados com essa realidade, três brasileiros criaram um projeto para tentar mudar esse cenário. “Decidimos criar algo que ajudasse de fato e de uma maneira colaborativa e fácil”, afirma o goiano Marcelo Rizerio, um dos idealizadores do Leitura Alimenta, junto com, o também goiano,  Murilo Melo e o paulistano Julio D’alfonso.


Quer saber mais sobre este projeto? Leia a matéria completa aqui
Visite o site do Leitura Alimenta.

19/03/2013

Você saberia lidar com a partida da pessoa amada?
              
Esta pergunta é o tema central do livro de Jai Pausch, Sonhe mais. Muito bom, diga-se de passagem.

Sabe quem é ela? A viúva de Randy Pausch, o sujeito que tinha câncer no fígado, fez um discurso e escreveu um livro: A lição finalSonhe mais é a versão dela, da esposa, sobre  uma vida de paixão, amor e família. Mais incrível que o primeiro!

É tão provocante, mexe tanto com a gente que eu não consegui desgrudar do livro. Logo que comecei a ler tive raiva de Randy Pausch(!), o marido, fechei o exemplar e comecei a refletir. Mas aquele livro ao meu lado parece que me chamava, então iniciei a leitura novamente, de onde parei. Três capítulos depois e eu estava com dó -- pena mesmo -- do Randy Pausch, afinal ele estava morrendo! Pensei: "acho que ele está certo, só pensando no melhor para a esposa e filhos", e continuei a ler.

Conforme Jai Pausch, a autora de Sonhe mais, escrevia e descrevia suas experiências -- que senti todas -- comecei a pensar que ela é quem estava errada, achei a mulher fria em certos momentos.

Pois fiz uma pausa e pensei novamente! Que loucura!

Mas o livro continuava a me provocar e lá fui eu, novamente, ler. Finalmente, percebi que Jai estava vulnerável, ela ia perder o marido de quem tanto gostava, mas tinha que continuar a vida, tinha que cuidar do doente e dos filhos ao mesmo tempo ( nada como uma mulher para fazer isso), e pensar no que aconteceria depois que Randy falecesse!

Como ela foi forte, como sofreu e como amou!

Na verdade, eles viveram um grande amor!  E eu vivi um turbilhão de sentimentos! Veja, já li livros intrigantes, emocionantes, mas que me provocasse sentimentos de compaixão, raiva, compreensão, amor, dó... tudo ao mesmo tempo, este foi o primeiro. 

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OBS.: Texto cedido pela Editora Novo Conceito.

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